Os princípios que
sustentavam as primeiras teorias do cristão eram denominados de PATRÍSTICA,
essa palavra patrística vem de PATER, que significa pai, nos estudos da filosofia.
O cristianismo defende a existência de um Deus único, ao contrário da crença em
diversos deuses e deusas adotados pela cultura greco-romana, na Grécia Antiga
existiam vários deuses, cada qual responsável por uma função. Esses deuses
possuíam características físicas semelhantes às dos humanos, e, também expressavam
ódio, paixões e desejos, essa prática de adorar vários deuses foi seguida pelos
romanos até a instituição.
Nesse período, destacam-se muitos estudiosos e teóricos que ajudaram a
organizar e sustentar o pensamento cristão, entre eles o mais influente e imponente,
foi o ‘’santo Agostinho’’. Que como tal se identificava os seres vivos com
Deus, segundo o pensador, Deus é o princípio elementar e a fonte criadora de
todos os seres vivos. Consequentemente, Deus é a força criadora de todas as
formas de vida e de todo conhecimento.
Como explicarmos a existência do MAL?
DEUS é a própria
perfeição e tudo aquilo que foi criado a partir Dele tem, também, de ser fruto
desta perfeição, então, como explicar um ser imperfeito como o homem? Como
explicar a existência do Mal se Deus é Bom e perfeito? De acordo com
‘’Agostinho’’ Deus é o princípio elementar e a fonte criadora de todos os seres
vivos. Consequentemente, Deus é a força criadora de todas as formas de vida e
de todo conhecimento, portanto percebemos que o princípio disso é a livre
escolha racional humana ou até mesmo uma privação do bem e, por isso mesmo, não
deveríamos assumi-lo como existência absoluta.
“creio tudo o que entendo, mas nem tudo que creio também entendo. Tudo o que compreendo conheço, mas nem tudo que creio
conheço.”
Simplesmente é, CRER PARA COMPREENDER, COMPREENDER PARA CRER.
Kassandra Lumma
É sempre bom saber de onde as coisas surgem.
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