quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A fé nos faz crer em coisas que nem sempre entendemos pela razão


Os princípios que sustentavam as primeiras teorias do cristão eram denominados de PATRÍSTICA, essa palavra patrística vem de PATER, que significa pai, nos estudos da filosofia. O cristianismo defende a existência de um Deus único, ao contrário da crença em diversos deuses e deusas adotados pela cultura greco-romana, na Grécia Antiga existiam vários deuses, cada qual responsável por uma função. Esses deuses possuíam características físicas semelhantes às dos humanos, e, também expressavam ódio, paixões e desejos, essa prática de adorar vários deuses foi seguida pelos romanos até a instituição.
Nesse período, destacam-se muitos estudiosos e teóricos que ajudaram a organizar e sustentar o pensamento cristão, entre eles o mais influente e imponente, foi o ‘’santo Agostinho’’. Que como tal se identificava os seres vivos com Deus, segundo o pensador, Deus é o princípio elementar e a fonte criadora de todos os seres vivos. Consequentemente, Deus é a força criadora de todas as formas de vida e de todo conhecimento.
Como explicarmos a existência do MAL?
DEUS é a própria perfeição e tudo aquilo que foi criado a partir Dele tem, também, de ser fruto desta perfeição, então, como explicar um ser imperfeito como o homem? Como explicar a existência do Mal se Deus é Bom e perfeito? De acordo com ‘’Agostinho’’ Deus é o princípio elementar e a fonte criadora de todos os seres vivos. Consequentemente, Deus é a força criadora de todas as formas de vida e de todo conhecimento, portanto percebemos que o princípio disso é a livre escolha racional humana ou até mesmo uma privação do bem e, por isso mesmo, não deveríamos assumi-lo como existência absoluta.
“creio tudo o que entendo, mas nem tudo que creio também entendo. Tudo o que compreendo conheço, mas nem tudo que creio conheço.”
Simplesmente é, CRER PARA COMPREENDER, COMPREENDER PARA CRER.



Kassandra Lumma

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